6 de Agosto de 2009

Crackers fazem Twitter cair

Publicado por Leonardo Sussuarana em Twitter

TwitterCai - TwitterCai

Pelo que podemos comprovar, nem mesmo a simpática baleia do Twitter conseguiu deter a ferocidade dos crackers (que fique bem claro que não são os Hackers que causam danos e utilizam seus conhecimentos para o mal, mas sim, os Crackers).

A mais famosa das ferramentas de Rede Social, também conhecida como sendo o microblog mais popular da internet, infelizmente não aguentou e ficou fora do ar entre as 10h e as 13h desta quinta-feira (06/ago).

A previsão, inclusive, não é nada animadora, já que a ferramenta ainda apresenta muita instabilidade.

Segundo o próprio blog do Twitter, o que aconteceu foi um típico ataque DDoS, mais conhecido vulgarmente por Ataque de Negação de Serviço.

A tática, que é amplamente utilizada por crackers, serve para deixar um serviço online lento em demasia até o ponto de derrubá-lo. O ataque acontece quando muitas máquinas espalhadas pela Web enviam pedidos para o servidor do serviço ao mesmo tempo.

Os servidores são projetados para atender essa demanda, mas quando os Crackers conseguem instalar programas potencialmente perigosos nas máquinas de milhares de internautas pelo mundo, literalmente eles estão aptos a enviar, por meio destas máquinas, uma ampla gama de pedidos de serviço direcionados a um único servidor. Neste caso, o número de requisições que o servidor terá que responder é multiplicado em razão geométrica e o serviço não consegue responder, chegando a um estado de “falência”, e então cai.

Quando o serviço fica indisponível, o acesso ao servidor, por meio de técnicas específicas, fica vulnerável, podendo inclusive ser invadido, momento em que os seus dados podem ser acessados e utilizados para fins não muito “politicamente corretos”.

O blog do Twitter reconheceu a derrubada por volta das 11h (horário de Brasília). Por volta de 12h foi detectada a ameaça e os procedimentos de defesa foram iniciados. Neste mesmo horário, o Twitter declarou que o serviço teria retornado. Todavia, até o momento da publicação deste post, a ferramenta ainda estava indisponível.

Todavia, diversos relatos de internautas de todas as partes do mundo, e inclusive numa comunidade do Orkut criada especialmente para debater o caso, apontam que o problema ocorreu bem antes; por volta de 10h como tendo o início do problema.

Conforme o site da Wired, além do Brasil, outros paises, tais quais Estados Unidos, Chile, Rússia, Dinamarca, Reino Unido, França e Inglaterra, também foram afetados pelo ataque de DDoS.

Até as 13h53min, não havia informações sobre quem originou o ataque DDoS, mas os sites de monitoramento do Grupo Hackers Team afirma que o ataque originou-se da França, tendo sido coordenado por Crackers dos Estados Unidos.

Atualmente, segundo o Hackers Team, ações como estas derrubaram, já há alguns meses, vários sites do governo norte-americano, que por sua vez, recusa-se a divulgar tais ocorrências.

Verdade seja dita: a baleia naufragou feio dessa vez….

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5 de Agosto de 2009

Asteroides em rota de colisão com a Terra serão monitorados pelo Brasil

Publicado por Leonardo Sussuarana em Tecnologia

asteroide - asteroide

A ficção

Imagine o seguinte cenário. Cientistas e astrofísicos do Observatório Nacional em Pernambuco descobrem um asteróide de proporções gigantescas vindo em rota de colisão com a Terra. A tecnologia atual não é suficiente para evitar que ele se choque com o nosso planeta. Numa situação fictícia como esta não há nada a fazer a não ser esperar pelo inevitável.

Este é um cenário que ninguém deseja imaginar mas que pode ser visto num video clipe com animações criadas em 3D e postado no YouTube pelo DJ Zyto Pickup, que pode ser visto aqui.

A realidade e o Projeto Brasilero

O Observatório Nacional colocará em funcionamento até o final deste ano, em Pernambuco, o programa Impacton, para monitoramento de asteroides e cometas que possam estar em rota de colisão com a Terra.

No Hemisfério Sul, ao contrário do que já ocorre no Hemisfério Norte, nunca foram feitas buscas sistemáticas pelos chamados NEOs (”Near-Earth Objects”), cometas e asteróides em órbitas que possam potencialmente cruzar com a órbita da Terra.

Asteroides perigosos para a Terra

“Existem muitos asteroides que são potencialmente perigosos para a Terra. Eles vivem atravessando a órbita da Terra e, de repente, um deles pode se chocar conosco,” explica o astrofísico Carlos Henrique Veiga, responsável pelo Projeto Impacton.

O programa brasileiro de monitoramento de asteroides está sendo instalado na cidade de Itacuruba, em Pernambuco, em uma região conhecida como Sertão do Moxotó. A região foi escolhida por ter o clima seco, com ausência quase total de chuva.

O projeto Impacton está sendo feito em parceria com instituições de pesquisas da França, Itália e Estados Unidos, uma vez que é essencial a troca de informações entre os centros de monitoramento, tanto para acompanhamento e cálculo preciso da trajetória do objeto, quanto para o cálculo dos possíveis locais de impacto.

“Tem que ter um pool de países porque, na hora em que a gente detecta um asteroide desses entrando, a gente tem um sistema que vai alertar o mundo inteiro,” diz o pesquisador

Programa brasileiro de monitoramento de asteroides

O objetivo primário do programa brasileiro de monitoramento de asteroides será a identificação de asteroides novos, ainda não descobertos e que apresentem algum potencial de se chocar com a Terra.

O telescópio usado no Impacton foi importado da Alemanha. O equipamento possui um espelho de um metro de diâmetro e será totalmente automatizado e operado a distância, a partir do centro de controle do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro. Ele será instalado dentro de uma cúpula de 7 metros de diâmetro, importada da Austrália.

Devido à operação totalmente remota do telescópio, a câmera responsável pela captação das imagens dos asteroides possui um sistema de resfriamento termoelétrico, feito por placas Peltier, que permite que o sensor CCD da câmera opere a -70º C, reduzindo o “ruído” eletrônico e melhorando a qualidade das imagens captadas.

A câmera digital é acoplada a uma roda de filtros, que permitirá realizar as observações dos objetos e a posterior determinação de suas órbitas e das suas propriedades rotacionais e superficiais.

Mini estação meteorológica

A estação de observação conta ainda com uma mini estação meteorológica, um equipamento fundamental para a operação remota do telescópio.

A estação meteorológica possui sensores para monitorar as condições de temperatura, umidade e cobertura de nuvens do local. Essas informações serão transmitidas em tempo real para os pesquisadores do Observatório Nacional, que poderão iniciar ou interromper as observações quando o tempo mudar.

O que fazer no caso de um impacto?

Recentemente a NASA definiu que, caso um objeto aproxime-se em rota de colisão com a Terra, a melhor defesa seria usar um raio-trator gravitacional.

O problema é que não existe um aparato desses pronto, que possa ser usado caso o alarme seja dado nos próximos anos.

Caso isso ocorra, o professor Veiga acredita que a melhor saída seria a evacuação da população no local previsto para o impacto, “porque a gente não tem arma nuclear suficiente para destruir um grande asteroide de 20 quilômetros de diâmetro. Então, a gente calcula onde ele vai bater e tira todo mundo dali,” resume ele.

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3 de Agosto de 2009

Cientistas procuram a “Ilha de Lixo” do pacífico

Publicado por Leonardo Sussuarana em Diversos

catamaralixo - catamaralixo

Uma equipe de cientistas e ambientalistas parte neste final de semana da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, em busca do que alguns chamam de “A Ilha do Lixo” - um redemoinho de lixo no Oceano Pacífico formado por mais de seis milhões de toneladas de plástico.

A “ilha” também recebe outros nomes, como “Mancha de Lixo do Pacífico Norte” e “Pacific Vortex.” Ela flutua à deriva entre a Califórnia, nos Estados Unidos, e o Japão.

Lixo flutuante

O redemoinho foi descoberto em 1997 pelo oceanógrafo Charles Moore. Ele ignorou os alertas de não passar pela região, onde faltam ventos e correntes, e acabou descobrindo o acumulado de lixo.

Durante a viagem, o oceanógrafo encontrou pedaços de garrafas, sacos plásticos, seringas e uma variedade enorme de outros objetos de plástico em vários estados de conservação, já que, devido à ação do sol e dos ventos, o material se desintegra em fragmentos pequenos que flutuam durante anos, obedecendo às correntes marítimas.

O plástico tem origem na atividade no continente, principalmente nas áreas costeiras. O material também chega ao oceano por meio dos rios. Os ventos e as correntes empurram o plástico até o redemoinho no Pacífico Norte.

A desintegração do plástico em partículas microscópicas, algumas infinitamente menores do que um grão de areia, faz com que esta mancha, cujo tamanho é duas vezes maior que a superfície do Estado americano do Texas, seja quase impossível de ser localizada com radares ou tecnologia de satélite.

Sopa plástica

Ao sair em busca do redemoinho a equipe de cientistas e ambientalistas do Projeto Kasei desafia problemas como a localização imprecisa e a decisão do que fazer quando finalmente ficarem frente a frente com esta gigantesca coleção de lixo.

A expedição visa estudar a composição desta “sopa plástica” (outro apelido que recebeu a “ilha”), o nível tóxico de seus componentes, seu efeito sobre a vida marinha e seu papel na cadeia alimentar.

O líder do projeto, Doug Woodring, explicou à BBC que o mais difícil será coletar amostras sem capturar espécies marinhas.

“Teremos que utilizar tecnologias diferentes, dependendo do volume de resíduos por quilômetros quadrado. Também contamos com redes de tamanhos diferentes”, afirmou.

“A ideia é, primeiro analisar do que se trata e, depois, discutir a melhor maneira de lidar com ela (a “ilha de lixo”)”, acrescentou Woodring, que acredita que uma alternativa seria “transformar o lixo em diesel combustível”.

Água de ninguém

Apesar de a “ilha” ter sido descoberta há mais de uma década, ninguém até o momento tomou medidas para resolver o problema. Para Woodring, no entanto, este fato não é surpreendente.

“O problema principal é que (a “ilha de lixo”) está em águas internacionais. Ninguém passa pelo local, não está nas principais rotas comerciais, não está sob nenhuma jurisdição e o público não sabe de sua existência”, afirmou.

“Por isso, nenhum governo é pressionado, nenhuma instituição é pressionada a resolver este problema. É um pouco parecido com o que acontece com o lixo espacial”, acrescentou.

Plástico na cadeia alimentar

Apesar de este gigantesco depósito de lixo estar a uma distância relativamente “cômoda”, as consequências de sua existência afetam a todos.

Os peixes pequenos, por exemplo, confundem as partículas plásticas com alimentos. Muitos morrem depois de ingerir estes fragmentos, que também agem como esponjas, absorvendo substâncias tóxicas e metais pesados.

Mas, outros peixes sobrevivem e, quando são ingeridos por animais maiores, transformam o plástico em parte da cadeia alimentar.

Dois barcos participam da expedição, o Kaisei e o New Horizon, e eles voltarão à costa dentro de um mês. Quem quiser acompanhar as descobertas realizadas durante a expedição pode acessar a página do projeto na internet em www.projectkaisei.org.

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3 de Agosto de 2009

Principais diferenças entre a gripe comum e a Inluenza A (H1N1)

Publicado por Leonardo Sussuarana em Saúde

gripe - gripe

PERGUNTAS E RESPOSTAS
1.Quanto tempo dura vivo o vírus suíno numa maçaneta ou superfície lisa?
Até 10 horas.
2.Quão útil é o álcool em gel para limpar-se as mãos?
Torna o vírus inativo e o mata.
3.Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de distancia.
4.É fácil contagiar-se em aviões?
Não, é um meio pouco propício para ser contagiado.
5.Como posso evitar contagiar-me?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia.
6.Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente.
7.Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%
8.De que forma o vírus entra no corpo?
Por contato ao dar a mão ou beijar-se no rosto e pelo nariz, boca e olhos.
9.O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia.
10.Que riscos têm os familiares de pessoas que faleceram?
Podem ser portadores e formar uma rede de transmissão.
11.A água de tanques ou caixas de água transmite o vírus?
Não porque contém químicos e está clorada
12.O que faz o vírus quando provoca a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
13.Quando se inicia o contagio, antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tem o vírus, antes dos sintomas.
14.Qual é a probabilidade de recair com a mesma doença?
De 0%, porque fica-se imune ao vírus suíno.
15.Onde encontra-se o vírus no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o virus pode ficar nas superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente se recomenda extremar a higiene das mãos.
16.O vírus ataca mais às pessoas asmáticas?
Sim, são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis.
17.Qual é a população que este vírus mais tem atacado atualmente?
De 20 a 50 anos de idade.
18. Crianças estão imunes ao vírus?
Não. Apesar da população mais atingida ser da faixa etária entre 20 e 50 anos, e os casos em crianças ainda serem muito pouco divulgados, atodas as pessoas estão propensas a ataque do vírus, independente da faixa etária.
19.É útil a máscara para cobrir a boca?
Existem alguns de maior qualidade que outros, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho o atravessam como se este não existisse e ao usar a máscara, cria-se na zona entre o nariz e a boca um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já está infectado use-o para não infectar aos demais, apesar de que é relativamente eficaz.
20.Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim, o vírus não anda no ar nem tem asas.
21.Serve para algo tomar Vitamina C?
Não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque.
22.Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
A salvo não esta ninguém, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos.
23.O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas, a pessoa é quem o coloca dentro do organismo.
24.Os mascotes contagiam o vírus?
Este vírus não, provavelmente contagiem outro tipo de vírus.
25.Se vou ao velório de alguém que morreu desse vírus posso me contagiar?
Não.
26.Qual é o risco das mulheres grávidas com este vírus?
As mulheres grávidas têm o mesmo risco mas por dois, podem tomar os antivirais mas em caso de de contagio e com estrito controle médico.
27.O feto pode ter lesões se uma mulher grávida se contagia com este vírus?
Não sabemos que estragos possa fazer no processo, já que é um vírus novo.
28.Posso tomar acido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável, pode ocasionar outras doenças, a menos que você tenha prescrição por problemas coronários, nesse caso siga tomado.
29.Serve para algo tomar antivirales antes dos síntomas?
Não serve para nada.
30.As pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., podem ter maiores complicações que uma pessoa sadia se contagiam com o vírus?
SIM.
31.Uma gripe convencional forte pode se converter em influenza?
NAO.
32.O que mata o vírus?
O sol, mais de 5 dias no meio ambiente, o sabão, os antivirais, álcool em gel.
33.O que fazem nos hospitais para evitar contágios a outros doentes que não têm o vírus?
O isolamento.
34.O álcool em gel é efetivo?
SIM, muito efetivo.
35.Se estou vacinado contra a influenza estacional sou inócuo a este vírus?
Não serve para nada, ainda não existe vacina para este vírus.
36.Este vírus está sob controle?
Não totalmente, mas estão tomando medidas agressivas de contenção.
37.O que significa passar de alerta 4 a alerta 5?
A fase 4 não faz as coisas diferentes da fase 5, significa que o vírus se propagou de Pessoa a Pessoa em mais de 2 países; e fase 6 é que se propagou em mais de 3 países.
38.Aquele que se infectou deste vírus e se curou, fica imune?
SIM.
39.As crianças com tosse e gripe têm influenza?
É pouco provável, pois as crianças são pouco afetadas.
40.Medidas que as pessoas que trabalham devam tomar?
Lavar-se as mãos muitas vezes ao dia.
41.Posso me contagiar ao ar livre?
Se há pessoas infectadas e que tosam e/ou espirre perto pode acontecer, mas a via aérea é um meio de pouco contágio.
42.Pode-se comer carne de porco?
SIM pode e não há nenhum risco de contágio.
43.Qual é o fator determinante para saber que o vírus já está controlado?
Ainda que se controle a epidemia agora, no inverno boreal (hemisfério norte) pode voltar e ainda não haverá uma vacina.

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